quinta-feira, 30 de abril de 2009

#128

Quando aqui não estás
o que nos rodeou põe-se a morrer

a janela que abre para o mar
continua fechada só nos sonhos
me ergo
abro-a
deixo a frescura e a força da manhã
escorrerem pelos dedos prisioneiros
da tristeza
acordo
para a cegante claridade das ondas

um rosto desenvolve-se nítido
além
rasando o sal da imensa ausência
uma voz

quero morrer
com uma overdose de beleza

e num sussurro o corpo apaziguado
perscruta esse coração
esse
solitário caçador

al berto

#127

#126

* silêncio

#125



finalmente um bocadinho de cor.

#124

* gosto deste lugar. sentamo-nos no chão e falamos, como se nos conhecessemos há anos, ou como se em nós habitasse um outro tipo de confiança. trocamos passados como quem muda de roupa.

#123

silêncio 

quarta-feira, 29 de abril de 2009

#122





finalmente