domingo, 3 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
#133
apesar de tudo
morro neste poema,
camuflada por qualquer coisa bonita,
uma palavra,
uma expressão,
um traço fino no rosto,
qualquer coisa que à primeira vista
pareça bonita.
quero qualquer coisa bonita
com que camuflar a minha vida.
morro neste poema,
camuflada por qualquer coisa bonita,
uma palavra,
uma expressão,
um traço fino no rosto,
qualquer coisa que à primeira vista
pareça bonita.
quero qualquer coisa bonita
com que camuflar a minha vida.
#131
amanhã abraço-te avó, prometo. meto-me rente ao teu colo e abraço-te pela cintura, como fazia quando era criança, depois ergo-te e dou-te duas voltas porque é o teu aniversário e tu mereces, mais do que ninguém, ser feliz. quero um sorriso avó, um par de braços, quero uma vida nova se puder ser. acho que estou a ficar cansada.
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