terça-feira, 31 de agosto de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
são as palavras que desaparecem pela pele dentro até ao coração. como dizer adeus às coisas, tantas, e não saber onde é que elas estão. e já no peito não morrem, com ninhos feitos ficam-me nos ossos. quisera eu matá-las de silêncio mas não dizê-las, como não dizê-las se o corpo me pede que as chore. dentro da boca há um necrológio, morre o teu nome. e sou toda a saudade repetida, todo o longe onde não fomos.
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