segunda-feira, 13 de setembro de 2010












todos os lugares só o são na pronunciação do teu nome. nenhum pássaro migra agora. já quase outono. já quase mês de aniversário. não quero hoje partir, não como outrora, deixar calar o coração. inquieta hei-de ficar só nos teus braços. quando os teus braços se transformarem em asas e baterem em direcção ao sol. todos os nomes param no teu, suspensos. já não os compreendo, não como outrora. o rosto tem agora outro nome. a beleza tem agora outro rosto. todos os lugares só o são na pronunciação do teu nome. nenhum pássaro migra agora. já quase outono.










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